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A Arquitetura Turnkey visa a perfeição e o treinamento dos profissionais para operar um empreendimento complexo corretamente, que poderia ser, por exemplo, um quarto, um escritório ou um complexo habitacional com a sua infra-estrutura urbana. O escritório de arquitetura deve administrar o projeto de acordo com o que os clientes desejam. O projeto deve respeitar a exigências dos clientes em termos de custo e ser adequado à finalidade e à escala de tempo.

Quais são as vantagens do Turnkey?

A arquitetura Turnkey simplifica o gerenciamento de um projeto de construção, porque há a visualização antecipada de todo o projeto. A idéia é garantir a sua entrega após a conclusão do projeto, onde já se definiu o orçamento e o cronograma. O contrato pode ter um orçamento que é aberto e variável ou estar ligado a um preço fixo.

Qual é o diferencial do Turnkey?

Geralmente, proprietários de imóveis residenciais ou comerciais constroem somente uma ou duas vezes na vida e tendem a considerar os acabamentos para o seu projeto depois da estrutura ter sido montada. A essa altura, já é tarde demais ou muito caro para fazer alterações.

O resultado é que os acabamentos são adaptados para caber no espaço, quando o ideal é que o espaço seja concebido em torno do que é feito para estar nele, que são as pessoas e o seu mobiliário. Os melhores acabamentos podem ser perdidos se não há sinergia entre o espaço e o seu conteúdo.

Se o espaço não for planejado com os detalhes em mente, há uma desconexão entre o início e o fim, dessa forma, o projeto pode não ser o que o cliente realmente tinha em mente. Na Turnkey, a própria natureza do processo torna o projeto o melhor possível, de acordo com os detalhes previamente definidos.

Visão completa

Se o planejamento do layout do mobiliário e do espaço é feito nos estágios iniciais, o projeto evolui organicamente, em um espaço e em uma estrutura funcional bem desenhada. Mesmo a iluminação será proposital e haverá um fluxo deliberado, como uma visão completa!

O que a Turnkey inclui?

  • Uma consulta aprofundada com um arquiteto especialista sobre as necessidades do cliente, a fim de estabelecer um estilo e necessidades;
  • Seleção de acabamentos;
  • Conceito, elaboração e discussão do orçamento;
  • Design de interiores;
  • Desenhos arquitetônicos que incorporam todas as escolhas provisórias;
  • Os relatórios intercalares regulares de gerenciamento de projetos;
  • Entrega ao cliente após a conclusão, de acordo com o Contrato de Turnkey.

 

Font: https://www.worksolution.ws/tendencias-de-arquitetura-conheca-o-conceito-turnkey/

Quarenta por cento da população mundial vive próxima à áreas litorâneas, em uma faixa de no máximo cem quilômetros de distância à partir da costa, sendo que dez por centro delas ocupam áreas apenas dez metros acima do nível do mar. Este é um dado importantíssimo a se considerar quando pensamos em como as mudanças climáticas podem afetar a vida nas cidades. Hoje em dia, estima-se que até 2050 o aumento dos níveis das marés e as recorrentes inundações possam custar anualmente mais de um trilhão de dólares às cidades litorâneas do mundo todo. Não podemos negar que a humanidade está chegando a um impasse, um momento onde nunca estivemos tão vulneráveis às consequências das mudanças climáticas.

Pensando nisso, arquitetos e urbanistas têm o dever de procurar respostas e desenvolver projetos e sistemas resilientes que possam minimizar e até reverter os efeitos colaterais ocasionados por tais mudanças. Ao redor do mundo, centenas de cidades têm investido alto no desenvolvendo de planos de ação que visam conter o avanço do nível das marés assim como proteger seus habitantes em caso de eventos climáticos extraordinários – cada dia mais frequentes. A seguir, compilamos uma lista de nove projetos, os quais revelam diversas abordagens em diferentes escalas, estratégias inteligentes que percebem necessidade urgente uma oportunidade para desenvolver ferramentas de transformação social e regeneração do espaço urbano.

Boston

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© SCAPE / City of Boston

© SCAPE / City of Boston

Considerando as mudanças climáticas atualmente em curso, a cidade de Boston apresentou recentemente um enorme projeto de renovação urbana desenvolvido em parceria com os arquitetos da SCAPE. O projeto apresenta estratégias que procuram “ampliar o acesso à orla da cidade, abrindo espaço ao longo da faixa litorânea, protegendo a cidade de futuros eventos de inundação”.

Saima mais aqui.

Brooklyn

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© Two Trees Management

© Two Trees Management

No bairro de Brooklyn, em Nova Iorque, o BIG e a Field Operations desenvolveram em conjunto um projeto que combina empreendimentos de uso misto e um parque resistente a inundações. O plano diretor visa restabelecer os habitats naturais, elevar o padrão de resiliência urbana à beira-mar e transformar a maneira como os nova-iorquinos interagem com o East River.

Saiba mais aqui.

Copenhague

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© THIRD NATURE

© THIRD NATURE

Enquanto a maioria dos projetos de resiliência urbana são desenvolvidos para prevenir as inundações adotando medidas na macro escala, a cidade de Copenhague está desenvolvendo uma abordagem mais pragmática. O Climate Tile, criado pela THIRD NATURE, a IBF e a ACO Nordic, é um projeto-piloto desenvolvido para aumentar a absorção de água da chuva na cidade em até 30%, respondendo ao aumento de índices pluviométricos previsto para os próximos anos.

Saiba mais aqui.

Faaborg

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© Kjellander Sjöberg

© Kjellander Sjöberg

A cidade costeira de Faaborg, na Dinamarca, é um dos municípios mais ameaçados pelas futuras inundações provocadas pelo aumento dos níveis da marés. Pensando nisso, Kjellander Sjöberg desenvolveu um projeto que procura resgatar várias das antigas áreas industriais, estabelecendo um novo canal aberto onde a água pode fluir livremente aumentando a capacidade de drenagem do centro medieval da cidade.

Saiba mais aqui.

Hamburgo

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© HafenCity Hamburg GmbH

© HafenCity Hamburg GmbH

HafenCity é um empreendimento de reurbanização de uma área de mais de 150 hectares na antiga área portuária de Hamburgo e um dos maiores projetos deste tipo em toda a Europa. Desde a fase de projeto, realizada no início dos anos 90, a comunidade local exigiu que toda a área estivesse protegida contra possíveis inundações que pudessem afetar a cidade no futuro. Pensando nisso, o projeto foi concebido com uma diferença de altura de até dez metros em relação as possíveis áreas alagáveis e oito metros acima do nível do mar.

Saiba mais aqui.

Hoboken

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Courtesy of OMA

Courtesy of OMA

Depois da desastrosa passagem do furacão Sandy pela costa americana em 2012, a cidade de Hoboken, em Nova Jersey, em parceria com o OMA, desenvolveu um projeto de reurbanização resiliente capaz de “resistir, retardar, armazenar e descarregar” a água das possíveis inundações futuras decorrentes de episódios catastróficos como a passagem de um novo furacão como o Sandy. A proposta conta tanto novas infraestruturas pesadas para resistir a furacões assim como um desenho urbano leve e um paisagismo gracioso, integrando estratégias políticas para o desenvolvimento urbano futuro além de um novo circuito verde para ampliar as áreas permeáveis no centro da cidade..

Saia mais aqui.

Nova Iorque

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© NYCEDC

© NYCEDC

Em 2019, a cidade de Nova Iorque anunciou um investimento de mais de US$ 10 bilhões para o desenvolvimento de projetos destinados a encontrar soluções para as previsíveis inundações da parte baixa de Manhattan. Quinhentos milhões de dólares serão dedicados a ampliação de áreas verdes permeáveis, além de um sistema de barreiras removíveis que poderão ser utilizadas em situações de emergência. As margens do rio serão deslocadas 150 metros para dentro do East River, criando uma nova área de domínio público, elevando o nível da rua para proteger a cidade das prováveis inundações.

Saiba mais aqui.

Seul

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© Michael Sotnikov

© Michael Sotnikov

Em vez de construir estruturas para evitar as inundações, a cidade de Seul desenvolveu um projeto que pretende facilitar e até promover a absorção do excesso de água em seu tecido urbano. O rio Cheonggyecheon que atravessa a cidade, outrora taponado e coberto por rodovias e estradas, foi completamente redescoberto em 2003, transformando-se em um novo centro social e de convívio da comunidade local. Implantado abaixo do nível da rua, o projeto de reurbanização da orla do rio Cheonggyecheon foi desenvolvido para ampliar a capacidade de vazão durante as recorrentes enchentes durante as estações chuvosas da capital sul-coreana, mas por outro lado, na maior parte do ano ele serve como um espaço de uso público para o deleite de seus moradores.

Saiba mais aqui.

Veneza

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© Shutterstock

© Shutterstock

A icônica cidade italiana sofre com as inundações há séculos, e a medida que as mudanças climáticas se acentuam, as preocupações com a salvaguarda do inestimável patrimônio de uma das mais belas cidades do mundo também aumentam. Como resposta, o sistema de comportas chamado de MOSE começou a ser construído no ano de 2003. Contando com um sistema de 78 comportas submersas e ancoradas por quatro grandes elementos retráteis nas entradas do Lido, Malamocco e Chioggia, o projeto foi criado para proteger toda a lagoa de Veneza de possíveis inundações em apenas quinze minutos.

FONT: https://www.archdaily.com.br/br/931856/como-as-cidades-estao-usando-a-arquitetura-para-combater-inundacoes/5e1b81683312fd684500006d-how-cities-are-using-architecture-to-combat-flooding-photo

Reaproveitamento do material garante menor descarte na natureza e viabiliza projetos com mais agilidade

O uso do container na construção como elemento arquitetônico atende demandas de novas práticas construtivas e garante o reaproveitamento desses cofres de cargas que ficam abandonados em portos. Trata-se de uma solução sustentável e de baixo custo para residências, escritórios e até comércios.

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Divulgação – contain[it]

Muito comum no Japão e na Europa — principalmente na Holanda e na Inglaterra – esse tipo de aplicação se destaca pela facilidade no deslocamento e expansão do projeto. “Já se tornou uma prática consolidada que atende a uma grande diversidade de usos”, afirma Túlio Tibúrcio, professor adjunto do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Viçosa.

No Brasil, o conceito ganhou força por meio da apresentação de protótipos em eventos de arquitetura e decoração

Túlio Tibúrcio

Segundo Arthur Norgren, engenheiro de produção mecânica e sócio-fundador da contain[it] no Brasil, a onda de projetos arquitetônicos com esse elemento demorou para crescer. “Eles eram usados de forma mais rudimentar, para escritórios e depósitos de canteiros de obras”, constata. Tibúrcio completa: “no Brasil, o conceito ganhou força por meio da apresentação de protótipos em eventos de arquitetura e decoração”.

DO TRANSPORTE DE CARGAS À ARQUITETURA

container tem vida útil aproximada de 20 anos – varia conforme o tipo de material que transporta e fatores externos aos quais ele fica sujeito, como a maresia. Após esse período, seu reuso aponta potencial como estrutura modular para construção civil, pois é um material superdimensionado. “Dado que é feito para suportar até 25 toneladas de carga e pode ser empilhado em até 8 unidades em cima de um navio”, argumenta Norgren.

container

Para ser utilizado na arquitetura, o container passa por um processo de tratamento e recuperação que inclui limpeza, funilaria, serralheria, pintura, revestimentos e acabamentos. “Tudo varia em função do projeto e do que o cliente quer”, explica Norgren. A preparação da estrutura é feita na fábrica e in loco, dependendo das características de cada projeto — como as dimensões do container utilizado. Guindastes e caminhões muncks transportam o material para o local de instalação.

Laudos de habitabilidade e de descontaminação contra agentes químicos, biológicos e radiativos são documentos que certificam a segurança do container como estrutura da construção.

VANTAGENS

A aplicação do container na construção civil é sustentável pelo próprio reuso do material. O aproveitamento representa um descarte a menos na natureza. No entanto, práticas socioeconômicas devem ser adotadas para validar esse conceito. “Não adianta fazer um projeto que dependa de muito ar condicionado (e, portanto, energia) e achar que, só porque reusa containers, é sustentável”, alega Norgen.

Não adianta fazer um projeto que dependa de muito ar condicionado (e, portanto, energia) e achar que, só porque reusa contêineres, é sustentável

Arthur Norgren

Além do fator sustentabilidade, o container garante economia. Na instalação, por exemplo, não requer serviços de fundação e terraplenagem. “Os containers se apoiam nos quatro cantos, então é possível calçá-los”, explica Norgren. Por ser uma estrutura modular, possui maior velocidade na execução do projeto em comparação a métodos convencionais. Dispensa, ainda, o canteiro de obras.

A construção modular também simplifica ampliações à planta original sem demandar grandes reformas e permite que o container seja desmontado e transportado para outro terreno. “O projeto pode ser facilmente modificado, atendendo a demanda por flexibilidade”, conta Tibúrcio.

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Existem diversas soluções para climatizar construções com container. Materiais de isolamento, como revestimentos térmicos e pinturas reflexivas são algumas soluções. O conceito de arquitetura bioclimática também é uma alternativa — sem contar que contribui para a sustentabilidade do projeto. “O ideal é que se faça um estudo de conforto térmico, iluminação e ventilação”, aponta Fabíola Siqueira, arquiteta especializada em construção sustentável e diretora executiva do escritório ConceitoA_ Arquitetura Sustentável.

O projeto pode ser facilmente modificado, atendendo a demanda por flexibilidade

Túlio Tibúrcio

Norgren adverte que é necessário estudar o local de instalação para conceber um projeto adequado ao clima local. Desta maneira, é possível reduzir e até evitar a necessidade do ar condicionado. “É difícil e trabalhoso, mas garante que o projeto faça sentido tanto financeiramente quanto como um todo”, analisa.

 

FONT: https://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/container-e-estrutura-sustentavel-e-economica-para-construcao-civil_9793_10_20

COLIVING: UMA TENDÊNCIA URBANA EM COMPARTILHAMENTO DE MORADIAS

Viver em comunidade é um ato que acompanha o ser humano desde as eras mais longínquas. A convivência em tribos e clãs, no entanto, foi sendo adaptada à vida urbana e ao aumento da densidade demográfica. As construções de habitações próprias supriram a necessidade de construção de identidades e atenderam demandas privadas específicas. Hoje, porém, os resultados provocados por esse comportamento nos levam a refletir: ainda vale a pena manter uma moradia particular, com altos gastos e pouca socialização?

 

Como alternativa, surge uma tendência (não tão nova) que pretende derrubar, além de paredes, a crise da falta de espaços físicos e os ideais de individualização e desperdício. Trata-se do coliving, um movimento que estimula a integração, a sustentabilidade e, claro, a colaboração.

Mas, afinal, o que é coliving?

Apesar de extremamente atual, o conceito de coliving teve origem em 1972. Tudo a partir de Sættedammen, o primeiro projeto cohousing (termo similar ao coliving, que se refere ao compartilhamento de habitações) do mundo. Em uma comunidade com 35 famílias, na Dinamarca, a ideia era manter as moradias privadas e compartilhar espaços de convivência e atividades, como refeições e limpeza de ambientes, com o objetivo de estimular o relacionamento entre vizinhos.

 

Acreditando nesse modelo de habitação, em 1988, o arquiteto norte-americano Charles Durrett passou a adotar a filosofia em empreendimentos nos Estados Unidos. Até hoje mantém a The Cohousing Company, uma organização que acredita no convívio compartilhado como elemento essencial para uma sociedade mais sustentável.

 

É quase inevitável comparar o coliving a repúblicas estudantis, casas de repouso ou mesmo iniciativas de hospedagem compartilhada (movimento de aluguel temporário de imóveis). No entanto, apesar de manter pensamentos comuns, o coliving apresenta diferenças na prática. A ideia de comunidade é bastante forte e, geralmente, surge no momento de consideração das necessidades e compartilhamento de expertises de diferentes pessoas, que projetam imóveis em cocriação.

 

O manifesto coliving, criado pela Coliving.org, resume bem os principais fundamentos desse movimento:

 

  • Comunidade em harmonia com a individualidade
  • Aproximação de pessoas e troca de experiências
  • Consumo pensado na colaboração
  • Projeção compartilhada de residências
  • Economia de recursos naturais
  • Divisão de decisões e tarefas

 

É possível notar que todas as bases do coliving se aproximam dos ideais de reaproveitamento e consumo consciente. Isso se assemelha bastante à cultura da economia colaborativa, uma tendência que ganha cada vez mais força.

 

Coliving como estímulo à economia colaborativa

 

Se olharmos em uma linha do tempo, percebemos que a primeira grande virada na vida humana aconteceu lá atrás, quando o homem deixa de ser nômade e passa a investir na agricultura e em moradias fixas. O segundo momento de revolução acontece com a industrialização e o estímulo ao capitalismo e a competição. Atualmente, podemos dizer que estamos entrando em uma terceira era: a do compartilhamento. Algumas iniciativas, principalmente ligadas à construção civil já não se sustentam, e carecem de alternativas para alcançar a lógica do ganha-ganha, onde todas as partes envolvidas, da criação à compra, saiam beneficiadas.

 

Do ponto de vista econômico, o coliving apresenta-se como uma excelente opção. É comum que empreendimentos projetados sob a ideia sejam construídos com materiais de baixo impacto ambiental e contenham sistemas de reaproveitamento de água e captura de energia renovável, o que acarreta em imóveis mais econômicos e acessíveis.

 

Divisão de tarefas básicas entre os moradores de uma casa compartilhada. Consumo colaborativo de suprimentos. Trocas de objetos e equipamentos. Uso otimizado de meios de transporte, são muitas as atitudes que beneficiam tanto os participantes quanto a sociedade em geral.

Para quem se destina o coliving?

 

De modo geral, é comum que iniciativas de coliving tendam a atrair um público mais jovem. Este demonstra-se mais disposto a assumir novos modos de vida. A maior parte dos novos empreendimentos que seguem o movimento, como o The Collective, em Londres, são projetados para jovens e autônomos. Eles buscam espaços inteligentes para troca de experiências, aprimoramento de habilidades e oportunidades profissionais. Misturam-se, muitas vezes, com espaços de coworking – ambientes de trabalho compartilhados.

No Brasil, o conceito de coliving vem sendo ativado pela arquiteta Lilian Lubochinski, fundadora da Cohousing Brasil, uma consultoria para projetos na área. Uma das ideias da organização, inclusive, é criar espaços de coliving para idosos, seguindo uma tendência já existente nos Estados Unidos e Canadá. Assim como para o público jovem, a ideia é proporcionar espaços de convivência acessíveis e que atendam necessidades do público-alvo. Já iniciativas como a Casoca, por exemplo, baseada no Rio de Janeiro, pretendem focar em experiências de coliving que investem na educação colaborativa de crianças.

Fato é: iniciativas de coliving têm ganho muitos adeptos e empreendimentos pelo mundo. No Brasil, ainda há poucos projetos nas grandes cidades, mas muitos estudos em andamento, o que demonstra o potencial do país em abraçar essa tendência.

FONT:https://wikihaus.com.br/blog/coliving-uma-tendencia-urbana-em-compartilhamento-de-moradias/

Rodapé invertido - projeto Christina HamouiRodapé invertido, entenda como funciona! A função do rodapé é dar acabamento na junção entre piso e parede além de proteger a base da parede contra batidas de móveis e objetos como vassouras e rodos por exemplo. Quem prefere os modelos tradicionais como eu já sabe que existem vários tipos, alturas e materiais disponíveis para a aplicação do rodapé. Mas tenho visto algumas fotos em sites de arquitetura e decoração ambientes “sem rodapé” e fiquei me perguntando como isso funcionaria.

Rodapé Invertido ou Negativo

Resolvi pesquisar um pouquinho para saber como é o funcionamento das tais “paredes sem rodapé”. A verdade é que o rodapé esta lá, porém embutido na parede criando a sensação que a parede esta flutuando sobre a base e que não há nenhuma peça de amparo na parede. Chamam de rodapé invertido ou negativo.

Como funciona o rodapé invertido?

Um perfil de alumínio é instalado em um recuo na base da parede como um L invertido, veja o desenho:

Rodapé invertido, veja como funciona

O resultado é uma área visual mais limpa e contemporânea apesar de gostar mais do rodapé tradicional, o rodapé invertido parece ser uma boa opção principalmente em espaços mais estreitos ou menores uma vez que é um elementos não destacado.

Quanto custa o rodapé invertido?

O valor do produto não é muito alto, por exemplo, uma peça de 200 x 5 x 1 custa em média R$ 39,00* se comparado com uma barra de rodapé de poliestireno que dependendo da marca e da altura pode chegar a R$ 120,00 por barra ou mais sem tiver detalhes e desenhos específicos.

Entretanto, o custo da mão de obra do rodapé invertido tende ser maior pois o trabalho a ser executado é mais demorado. O ideal é já decidir o tipo de rodapé na fase inicial da construção ou da reforma, assim, pode negociar um valor de pacote com a empreiteira ou construtora.

E a manutenção do rodapé invertido?

Bem, não usei esse tipo de rodapé e vou apenas colocar considerações que imagino para esse sistema, se alguém tiver usado e quiser deixar nos comentários sua experiência por favor, fiquem a vontade.

Imagino que um ponto fraco e não proteger bem a parede, um deslise com a vassoura, rodo ou aspirador de pó e lá se foi o cantinho da parede.

Outro ponto, e aqui se assemelha ao tradicional só que na forma invertida é o acumulo de pó, o espaço que sobra é um potencial acumulador de pó e não terá como fugir e diariamente passar o aspirador entre a fissura para não deixar nada se acumulando no espaço. Ou seja, se você tem pouco tempo para as atividades da casa, mora em local de maior circulação de pó ou resíduos, não conta com uma assistente em casa, não sei se é a melhor opção. Eu me encaixo nas três situações acima, então, para mim estaria descartado.

Também imagino que – assim como em qualquer tipo de acabamento, a instalação tem que ser impecável para que não fique aparecendo a terminação do piso, ou seja, a base da cantoneira precisa ocultar bem até o ultimo milimetro do material do piso, seja ele madeira, porcelanato, laminado ou pedra.

Por fim, em áreas úmidas os cuidados precisam ser redobrados para que a água não ultrapasse a cantoneira podendo assim criar uma infiltração na parede, aqui, voltamos na questão de uma mão de obra muito bem qualificada.

Rodapé invertido: veja alguns ambientes

rodape-invertido-projeto-cristina-hamouiProjeto: Christina Hamoiu – Mostra Artefacto 2017

Rodapé invertido, projeto Eliane PinheiroProjeto: Eliane Pinheiro

Rodapé invertido, projeto Roberto MigottoRodapé invertido, saiba como funciona. Projeto Roberto Migotto.Projetos: Roberto  Migotto

Rodapé invertido com iluminação

Em geral, esteticamente eu considero bem leve, moderno e agradável. Penso que se este acabamento casar bem com o restante do projeto e com a rotina dos moradores da casa é uma opção a considerar. Já para mim, depois de construir e ver que nem tudo que fica bem nas revistas são funcionais na vida real, não usaria

 

FONT: https://www.ehdecor.com.br/2017/03/rodape-invertido.html

Concreto Protendido em Projetos Residenciais

Além da segurança estrutural proporcionada pela protensão, este sistema permite maior liberdade criativa no que se refere à estética e ao design da residência. Veja em nosso post a seguir como a protensão do concreto em residências é uma solução excelente para quem quer optar pela segurança sem abrir mão da elegância em seu projeto residencial.

O concreto protendido para construção predial em residências

A principal vantagem da protensão do concreto, no que tange a parte estética, é a redução da seção da viga. Isso significa que o vigamento exposto na construção não requer seu recobrimento, como é o caso do concreto armado. Dessa forma, os arquitetos podem desenhar vãos livres e pórticos, característicos da arquitetura brasileira moderna.

As ancoragens do vigamento em sistemas de protensão são pequenas e baratas. Além de tornar o ambiente construído muito mais moderno e amplo, este método reduz custos e traz maior sustentabilidade à obra.

Desde sua introdução ao mercado brasileiro em 1997, o concreto protendido para construção predial teve maior aceitação em edifícios residenciais. As principais razões para este sucesso são a praticidade e simplicidade do sistema de protensão no que se refere aos materiais e serviços.

As vantagens do concreto protendido para construção predial

Em relação ao concreto armado, a principal vantagem do sistema de protensão é a ausência da formação de fissuras na superfície do concreto, reduzindo seu custo de manutenção. Ou seja, o concreto protendido tem maior resistência a altos esforços de tração, não obstante sua facilidade de manuseio.

A praticidade do sistema de protensão não se resume ao seu transporte. As cordoalhas de aço, engraxadas e plastificadas, são muito resistentes à degradação que pode ocorrer no canteiro de obras. Além disso, a facilidade de manuseio torna o processo construtivo muito mais eficiente.

O posicionamento dos cabos nas cotas é feito com apoio das “cadeirinhas”, que são peças de plástico ou aço que servem como guias para o cabeamento correto. Para erguer os cabos até seu ponto final, são usados macacos hidráulicos que pesam em torno de 19 kg com o auxílio de bombas hidráulicas pequenas (35 kg). Ambos são leves e fáceis de transportar.

Para protender o concreto, é realizada uma só elevação. Uma vez que a bainha de plástico é ajustada à cordoalha, não existe a etapa de injeção de pasta de cimento para prender os cabos, o que reduz custos operacionais e com matéria prima na construção.

Por esses motivos, o sistema de protensão do concreto permite maior organização tanto da logística quanto do canteiro de obras, quando comparado ao concreto armado simples. Em outras palavras, o concreto protendido otimiza o uso dos recursos, tornando a obra mais sustentável e eficiente energeticamente.

Depois de implantadas, as construções de concreto protendido têm entre suas vantagens a redução do custo de manutenção, pois o concreto fissura menos. Também, em razão da menor ancoragem necessária para o vigamento, há um ganho em áreas úteis, que podem se refletir em maiores garagens nas residências, por exemplo.

Exemplos de residências que usam concreto protendido em seus projetos

Há vários exemplos de obras da arquitetura brasileira que usam o concreto protendido como base. Entre elas, destacam-se o Museu de Arte de São Paulo (MASP) com seu enorme vão livre e o Museu Oscar Niemeyer em Curitiba. A principal característica – dos vãos livres – é seguida para a construção de casas.

Um exemplo disso é esta residência no interior do Paraná, que utilizou a técnica de protensão do concreto para resolver o problema da inclinação do terreno onde a casa foi construída. Além da grande segurança estrutural, o projeto, com design moderno, preservou a topografia, reduzindo o impacto ambiental e proporcionando grande prazer estético para seus habitantes.

o uso concreto protendido em projetos residenciais

Assim, o concreto protendido em projetos residenciais ainda é uma tendência a ser explorada no mercado da construção civil brasileiro. A técnica, além de trazer maior confiabilidade estrutural, traz maior organização e eficiência no uso dos recursos da obra, o que melhora muito a sustentabilidade da construção.

FONT: https://awacomercial.com.br/blog/concreto-protendido-em-projetos-residenciais/

Saiba tudo sobre a pedra DEKTON

De uns anos pra cá nossas casas passaram a ter mais opções de pedras para pisos, bancadas de cozinhas/banheiros…, além das tradicionais pedras naturais: mármore e granito que estávamos acostumados a usar.
Essas pedras são chamadas de: industrializadas, artificiais ou sintéticas, pois utilizam partículas de materiais naturais (mármores, granito, areia de quartzo…) misturados a agentes aglutinantes, o que resulta num produto mais resistente (a umidade, calor, manchas, riscos, impacto) e com uma variedade de cores enorme – características difíceis de serem garantidas em pedras naturais.
Existem diversos tipos de pedras industrializadas: Silestone, Corian, Quartzo Stone…consideradas pedras resistentes, mas que requerem alguns pequenos cuidados como: não colocar panelas quentes sobre elas, não usá-las em áreas externas devido aos raios ultra violeta….
Enfim, limitações que não existem na mais nova pedra industrializada do mercado: o Dekton!

Dekton é uma pedra industrializada do grupo Cosentino (proprietária do Silestone também) lançada em 2014 no Brasil – composta de 93% de quartzos e 7% de resinas prensadas com um peso de 12 mil toneladas e, devido à temperatura elevada a mais de 12 mil graus Celsius que aumenta a pressão para 25 mil toneladas, a resina que une os quartzos e torna o produto mais frágil é eliminada, ou seja, ele se torna em material puro, ultra compactado e super resistente – características diferenciadoras do Dekton e um dos grandes diferenciais deste produto, pois através desse procedimento é possível acelerar as alterações metamórficas que uma pedra natural sofre ao ser exposta durante milênios à alta pressão e à alta temperatura!

Vantagens do Dekton:

– Resistente aos raios UV: a superfície Dekton é altamente resistente à luz dos raios ultravioleta (UV) e não sofre alterações de cor ao longo do tempo, o que a torna perfeita para aplicações no interior e no exterior/fachadas.
– Resistente a riscos: é a superfície mais resistente a riscos no mercado e, apesar de o contacto de uma faca não danificar a superfície Dekton, recomendamos a utilização de tábuas de cortar para proteger os seus utensílios domésticos.
– Completamente resistente a manchas: enquanto outras superfícies são resistentes a manchas, a Dekton é completamente à prova de manchas. Até as manchas mais difíceis de remover, como vinho, café, marcadores ou ferrugem, podem ser removidas facilmente desta superfície. E uma vez que a superfície Dekton possui uma porosidade extremamente baixa e não contém resinas, é também resistente a químicos. Pingas ou gotas de químicos que normalmente utilizamos em casa, como lixívia e produtos para limpeza de canos ou de fornos, não serão prejudiciais para a superfície Dekton.
– Resistente ao calor: a superfície Dekton suporta temperaturas elevadas sem ficar queimada e sem rachar. É possível colocar panelas quentes ou eletrodomésticas como uma Crock Pot, diretamente na superfície sem qualquer perigo de danificar.
– Resistente a abrasão: o Dekton é ainda mais resistente à abrasão do que o granito, sendo, assim, a superfície ideal para aplicações comerciais e em áreas de elevado tráfego, como pavimentos. Enquanto outras superfícies apresentam sinais de desgaste ao fim de algum tempo, o acabamento da Dekton irá durar toda a vida útil do produto e nunca será necessário retocar a superfície ou o acabamento.
– Resistente ao frio: o coeficiente baixo de expansão térmica da superfície Dekton torna-a a prova de choque térmico, tanto em condições de calor extremo, como de frio extremo. A sua resistência natural ao gelo e ao degelo faz com que esta superfície seja perfeita para uma utilização nos ambientes mais frios.

– Resistente a flexão: com cinco vezes mais resistência à flexão do que o granito, a superfície Dekton pode ser instalada em materiais finos sobre grandes extensões, permitindo até 12 pol. (cerca de 30 cm) de colocação sem suporte em bancadas, ilhas e balcões. A elevada resistência à compressão da superfície Dekton faz com que esta seja o material ideal para caminhos, passeios e estradas.

– Estabilidade da cor: o processo de fabrico utilizado na superfície Dekton permite controlar a pigmentação e decoração do material. O resultado é uma maior resistência da cor em cada laje e um produto mais duradouro que não irá sofrer alterações ao longo do tempo. A superfície que instalar hoje irá manter a mesma aparência durante a vida útil do produto.

– Não poroso: o Dekton não é poroso e não é necessário impermeabilizá-lo. Ele previne naturalmente a penetração de líquidos e gases na sua superfície, tornando-a uma superfície de baixa manutenção e de fácil limpeza.

Além dessas vantagens, o Dekton possui chapas maiores (3,2m x 1,44m) que possibilitam o uso em grandes extensões sem emendas e espessuras diferentes que podem chegar até 8 milímetros, portanto, pode ser usado desde fachadas até móveis!

Confiram agora algumas opções de cores e texturas do Dekton que vão desde acabamento fosco passando por natural até gloss/brilhante!

E agora diversos ambientes decorados com Dekton!

Sala com lareira de Dekton Aura – ideal para essa finalidade, pois suporta altas temperaturas (até 300C) sem alterar cor dimensão e resistência! Projeto: Andréa Magalhães.
Cozinha com bancada de Dekton Domoos. Projeto: Gabriela Avila.

 

Lavanderia com Dekton Zenith na bancada. Projeto: Marilia Pellegrini.
Banheiro com paredes, piso e bancada de Dekton Aura – meu preferido!♥ Veja mais detalhes desse ambiente aqui! Projeto: Paola Ribeiro.
Fachada revestida de Dekton. Foto: Cosentino.

Fotos: Profissionais, Divulgação (+ info)

preço do Dekton é a partir de R$900,00. O valor varia conforme espessura e cor.

 

FONT: http://www.decorsalteado.com/2016/06/dekton-saiba-tudo-sobre-nova-pedra.html

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